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E o Oscar? Vem?

AINDA ESTOU AQUI          O filme de Walter Salles como em tudo o que faz, tem a sua capacidade de precisão emocional na medida certa é tão certa quanto um golpe de Karatê, a fotografia do filme mais que impressiona, e em minha perspectiva deveria sim ter a indicação. Mas, o bom mesmo, é Fernanda Torres e a sua mãe durante o filme, porque Fernanda Montenegro, na realidade, nunca saiu do filme, desde o seu primeiro ato, é perceptível observar as evidências genéticas de dona Fernanda, bem como, Fernando Torres, na condição atriz de Fernandinha Torres, porque o vasto enriquecimento cultural que essa mulher obteve na infância foi fundamental.          O filme não adquire uma característica documental como estávamos habituados em observar, é muito mais emocional e biográfico, isso é bom enfatizar, "no momento", sendo que nada impede o mesmo da obtenção de tais características, e não me refiro em quesito historiográfico, no entanto, histórico...

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